Instalação do Windows Server 2003

windos server 2003

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Reposição de Imagem de um PC através de uma pen

Para repormos uma imagem primeiro precisamos de vários programas:

-Norton Ghost ou outro programa parecido;
-Hiren’s BootPC;
-USB Disk Storage Format ;
-Grub4dos;

Vamos precisar também de uma pen com 2 GB ou mais, dependendo do tamanho dos ficheiros que queremos guardar.
O primeiro passo é instalar o USB Disk Storage Format, que vai formatar a pen, devemos seguir os seguintes passos:





Depois de completar a formatação passamos à instalação do Grub4dos na pen. Depois de instalado é só seguir os seguintes passos:





Depois copiamos os ficheiros gldr e menu.ls (que estão dentro do pacote grubinst_gui) para a pen.

O próximo passo é fazer o download da ultima versão do Hiren’s BootCD e copiamos os ficheiros para a pen, isto permitirá fazer a boot através da pen.

A seguir, instalamos o Norton Ghost ou outro programa equivalente e fazemos o backup dos ficheiros que queremos guardar. O programa irá converter os ficheiros escolhidos em uns quantos ficheiros .DLL e um .XML. Convém guardar esses ficheiros numa pasta.
Depois devemos copiar a pasta para a pen.

Feito isto, está tudo pronto para fazer a reposição de uma imagem.
Sempre que precisar de repor a imagem basta entrar na BIOS e ir à Boot e mandar arrancar pela pen, a imagem irá abrir-se automaticamente.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Visita de estudo à Microsoft e ao Parque dos Poetas 10ºE e 11ºE 26/05/2010

Nesta visita de estudo vimos as instalações da Microsoft Portugal e como se trabalha lá. Ficámos a conhecer alguns projectos da Microsoft e como fazer jogos em XNA. Foram distribuídos prémios e no final foi seleccionado o melhor blog.



quinta-feira, 27 de maio de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

VHD (Virtual Hard Disk)

VHD Boot

VHD -O Virtual Hard Disk é um formato padrão utilizado pela Microsoft para imagens de discos rígidos. É utilizado pelos produtos Virtual PC, Virtual Server, Hyper-V e por ferramentas de backup. É capaz de gerar uma cópia idêntica (1:1) de um disco rígido, sem compactação.


Quais as suas vantagens/desvantagens?

Vantagens:

.Projecto independente da tecnologia;
.Ferramentas de CAD compatíveis entre si;
.Facilidade na actualização dos projectos;
.Reduz “time-to-market”.
.Elimina erros de baixo nível;
.Reduz tempo de projecto e custo;

Desvantagens:
.Hardware gerado é menos optimizado;
.Controlabilidade/Observabilidade de projecto reduzidas;
.Falta de pessoal treinado para lidar com a linguagem;
.Simulações geralmente mais lentas que outras implementações.



Formatos suportados

VHDs são implementados como arquivos que residem no sistema operacional nativo de arquivos de host. Os seguintes tipos de formatos de VHD são suportados pela Microsoft Virtual PC e Virtual Server:

imagem de disco rígido Fixo - arquivo que é atribuído ao tamanho do disco virtual.

imagem de disco rígido Dinâmico - arquivo que, em determinado momento é tão grande quanto os dados reais escritos para ele.
Diferenciação imagem de disco rígido - um conjunto de blocos modificados (mantido em um arquivo separado referido como a imagem “crianca"), em comparação com uma imagem da mãe.
Ligado a um disco rígido - arquivo que contém um link para um disco rígido físico ou partição de um disco rígido físico.

Ferramentas necessárias
VHD Resizer – Ferramenta que irá redimensionar ficheiros VHD da Microsoft e também irá converte entre os tipos de arquivo fixo e dinâmico. Este é um sector por sector operação de cópia de um tamanho / tipo de restos e outros ficheiros de origem inalterado.
VHD Utility - Se o utilizador optar por expandir o VHD no lugar, então o processo é muito mais rápido, como acontece quase simultaneamente, caso contrário, nos casos em que uma cópia em separado do original for prorrogado, o pedido leva algum tempo.





Instalação
Com o Windows 7 instalado, Abra o “prompt” de comando e digite o seguinte:
Diskpart
Nota: Pressione ENTER após cada linha para executar os comandos.
Agora está pronto para criar um espaço em branco arquivo. VHD. O seguinte comando cria um arquivo VHD 16GB em uma pasta chamada virtual (Pode colocar o VHD em qualquer lugar, mas criar em qualquer pasta de antecedência):
Criar o arquivo VDISK = c: \ virtual \ win7.vhd tipo = máximo fixado = 16000



Vai demorar alguns minutos para o ficheiro VHD ser criado, cerca de 10 minutos.





Para instalar o Windows 7 para o VHD, Introduza o Windows 7 DVD na unidade de DVD e reinicie o sistema e inicie-se fora do disco. Uma vez que o instalador do Windows 7 está instalado e a funcionar, escolha o seu idioma e uma vez que estiver na tela Instalar agora, pressione SHIFT + F10 para abrir um prompt de comando.




Verifique primeiro se a letra da unidade foi atribuída à sua partição do sistema. Faça uma nota da letra da unidade.












O Virtual PC usa imagens de disco VHD. Esses arquivos podem ser montados no Windows 7. Para montar imagens VHD, vá ate à Gerência do disco. Clique no item gerenciamento de disco com o botão direito e escolha Anexar VHD (é possível também criar um VHD vazio). Localize o arquivo:






Ficará disponível em “Gerir”. Se quiser, marque “Somente leitura” para não permitir alterações. Para usar a imagem será necessário clicar na área referente a ela com o botão direito e ir a Inicializar disco. Pode particionar o VHD assim como faria com um HD real. Na imagem abaixo o Disco 3 é um VHD:





Infelizmente não oferece uma opção rápida para funcionar com outros tipos de imagens, mas a Microsoft parece não querer isso.
Ao criar um VHD, deve definir o tamanho e o tipo, (cria um arquivo grande) ou expandido dinamicamente.





Para um melhor desempenho “anti-fragmentação” é bom escolher tamanhos fixos, mas como deve saber (caso já trabalhe com máquinas virtuais) o arquivo cresce conforme os dados forem adicionados, é aconselhável fazer cópia de segurança, além de não usar muito espaço no seu HD real enquanto realmente não estiver com toda a capacidade em uso.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Protocolo de comunicação de dado

Podemos definir um protocolo de comunicação de dados como um conjunto de regras que controla a comunicação para que ela seja eficiente e sem erros.

Um dos objetivos principais do protocolo é detectar e evitar a perda de dados ao longo da transmissão deles, caso isso ocorra.

O protocolo nada mais é que um software ou programa de computador, que recebe ou envia os dados a serem transmitidos, gerando, no inicio e no fim das mensagens transmitidas, os caracteres de controle, confirmação de recebimento, controle de seqüência das mensagens ou blocos de dados transmitidos, cálculo e checagem do algoritmo de detecção de erros e outros controles necessários a uma boa transmissão.


PROTOCOLOS TCP/IP (Transmission Control Protocol /Internet Protocol)

O protocolo TCP/IP foi criado visando atender a necessidade de endereçamento e de interconexão de redes. Podemos considerar o TCP/IP como arquitetura formada por um conjunto de protocolos de comunicação utilizados em redes locais (LAN “s) ou em redes externas às empresas (WAN’s)”.


IP

IP é o protocolo não orientado a conexão responsável pelo o encaminhamento dos dados pela rede, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino. Isto é feito por meio de endereços. Tais endereços são chamados IP.


ENDEREÇO IP

ENDEREÇO IP: Cada host, ou seja, cada computador ou equipamento que faz parte de uma rede, deve ter um endereço pelo qual é identificado na rede. Em uma rede TCP/IP, todos os hosts têm um endereço IP.
O endereço IP poderá ser fixo ou dinâmico.


IP FIXO

IP FIXO: é quando o administrador da rede atribui um número ao equipamento e este número permanecerá registrado no equipamento mesmo quando ele estiver desligado.


IP DINÂMICO

IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar a rede.
Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um usuário se conecta a Internet.
IP DINÂMICO: este não será atribuído pelo administrador da rede e sim através de um software chamado DHCP (“Dinâmic Host Configuration Protocol”), que tem como função a atribuição de IP a cada equipamento que se conectar a rede.
Neste tipo de IP, quando o equipamento for desconectado da rede, perderá o seu número e só obterá um novo ou o mesmo número quando se conectar novamente. É o tipo de IP utilizado pelos provedores quando um usuário se conecta a Internet.

Obs.:o endereço IP de cada host na mesma rede deverá ser exclusivo, pois caso contrário, gerará um conflito de rede.


TCP

TCP - Transmission Control Protocol: responsável pela transferência dos dados propriamente ditos. É um protocolo orientado a conexão, ou seja, efetua a transferência dos dados e verifica a integridade dos mesmos até o destino. Caso ocorra alguma perda durante o percurso eles serão retransmitidos.


UDP

UDP – User Datagram Protocol: responsável pela transferência dos dados, porém não orientado a conexão, ou seja, não verifica se os dados chegaram ou não ao destino.


ICMP

ICMP – Internet Control Message Protocol: protocolo integrante do protocolo IP, usado pelos roteadores para informar a máquina transmissora a ocorrência de um erro com o datagrama enviado. Ele não se preocupa em corrigir o erro nem tampouco em verificar a integridade dos datagramas que circulam pela rede.


GATEWAY

Podemos entender o gateway como um conversor de protocolo, um sistema composto de hardware e software que conecta arquiteturas diferentes (Netware, SNA, Unix e outras), fazendo, por exemplo, com que o computador de uma rede local com sistema Netware e protocolo IPX fale com um computador do outro lado que opera o sistema SNA e protocolo HDLC.

É basicamente utilizado quando precisamos conectar aplicações que ficam em computadores e sistema de fabricantes diferentes com protocolos diferentes.

DNS – Domain Name Sistem:

Todas as máquinas numa rede TCP/IP possuem um endereço IP. Acontece que os endereços IP não são tão fáceis de serem recordados quanto nomes. Por isso, foi criado o sistema DNS, que permite dar nome a endereços IP, facilitando a localização de máquinas por nós, humanos.
Você já conhece vários endereços de máquinas na Internet. Endereços como www.idc.org.br na verdade são uma conversão para a forma nominal de um endereço IP (é muito mais fácil guardar o endereço nominal www.idc.org.br do que o endereço IP 200.125.125.8, por exemplo). Quando você entra com esse endereço nominal num browser da Internet, o browser vai comunicar com um servidor DNS, que é o responsável por descobrir o endereço IP do nome dado na entrada, permitindo que a conexão seja efetuada.
Dessa forma, os servidores DNS possuem duas funções: converter endereços nominais em endereços IP e vice-versa.

ENDEREÇAMENTO IP

Cada dispositivo conectado a uma rede TCP/IP é identificado por um único endereço IP. Se um computador tiver múltiplos adaptadores de rede, cada um terá o seu próprio endereço IP. Este endereço, é representado em notação decimal pontilhada, isto é, como o valor decimal de cada octeto (oito bits ou um byte) do endereço separado por um ponto.

Exemplo de endereço IP: 192.168.1.100

Como os endereço IP identificam dispositivos numa rede, deve ser atribuído um endereço IP exclusivo a cada dispositivo na rede.
Embora um endereço IP tenha um único valor, ele contem dois tipos de informação identificador de rede e identificador de host do seu computador.


Identificador de rede - dentifica os sistemas que estão localizados na mesma rede física. Todos os sistemas na mesma rede física devem ter o mesmo identificador de rede, que deve ser exclusivo na interligação de redes.

Identificador de host - identifica uma estação de trabalho, um servidor, um router ou outro TCP/IP numa rede. O endereço de cada dispositivo deve ser exclusivo para aquele identificado na rede.

Um computador conectado a uma rede TCP/IP utiliza o identificador de rede e de host para determinar que pacotes devem receber ou ignorar, bem como determinar o escopo (alvo/objectivo) das suas transmissões (apenas comutadores com o mesmo identificador de rede aceitam mensagens de difusão ao nível IP entre si).
As redes que se conectam à internet publica devem obter um identificador de rede oficial do centro de informações de rede Internet (inter NIC, internet, Network information Center) para garantir a exclusividade do identificador da rede IP.
Após receber um identificador de rede, o administrador da rede local deve atribuir identificadores de host exclusivos para os computadores da rede local. Embora as redes privadas que não estejam conectadas à Internet possam utilizar seu próprio identificador de rede, obter um identificador de rede válido no inter NIC permitirá que uma rede privada seja conectada à Internet no futuro, sem atribuir um endereço novamente.

A comunidade Internet definiu classes endereço para acomodar redes de tamanhos diversos. A classe de endereço pode ser reconhecida no primeiro octeto de um endereço IP.
A tabela abaixo resume a relação entre o primeiro octeto de um determinado endereço, e seus campos de identificação de rede e de host.
Identifica também o número total de identificadores de rede e de host para cada classe de endereço que faz parte do esquema de endereçamento da Internet. Este exemplo utiliza w.x.y.z para designar os bytes do endereço IP.








Os endereços de classe A tem o bit de mais alta ordem sempre 0
Os endereços de classe B tem os dois bits de mais alta ordem 10
Os endereços de classe C tem os três bits de mais alta ordem 110


Classe A: O primeiro número identifica a rede, os demais três números indicam a máquina. Cada endereço classe A consegue endereçar até 16.777.214 máquinas.
P.Ex: 124.95.44.10
124.96.40.23 Rede | Host | Host | Host |
124.99.33.15

• Classe B: Os dois primeiros números identificam a rede, os dois demais identificam a máquina. Esse tipo de endereço consegue endereçar até 65.534 maquinas em uma rede.
P.Ex: 151.10.13.28
151.10.40.11 Rede | Rede | Host | Host |
151.10.44.15

• Classe C: Os três primeiros números identificam a rede, o último indica a máquina. Com isso consegue-se endereçar até 254 máquinas.
P.Ex: 201.110.213.28
201.110.213.29 Rede | Rede | Rede | Host |
201.110.213.30




Máscaras de Sub-Rede


















As máscaras de sub-rede são valores de 32 bits que permitem que os destinatários de pacotes IP distingam o número do identificador de rede do endereço IP do host.
Por exemplo, quando o endereço IP é 194.157.57.27 e o host e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0, o identificador de rede é 194.157.57 e o de host é 27.

Como a classe de um host é facilmente determinada, configurar um host com uma máscara de sub-rede pode parecer redundante. Mas as máscaras de sub-rede são utilizadas também para maior segmentação de um identificador de rede atribuído, entre diversas redes locais. Às vezes, apenas parte de um octeto precisa ser segmentada, utilizando-se apenas alguns bits para especificar identificadores de sub-rede e o mesmo identificador de rede.


As máscaras de rede padrão são:

• Classe A: 255.0.0.0

• Classe B: 255.255.0.0

• Classe C: 255.255.255.0.


Regras básicas para endereçamento IP

Existem algumas regras gerais que devem ser seguidas quando se aplica endereços a host ou redes, principalmente se este host ou essa rede se encontram ligadas à Internet.

Endereço 127 é reservado para teste (look-back) e comunicação interprocessos no computador local; não é um endereço de rede válido.

Os endereços 224 e superiores são reservados para protocolos especiais (IGMP – difusão limitada de Protocolo de gestão de grupos Internet e outros), e não podem ser utilizados como endereço de host.

O endereço 255 (todos os bits on) não deve ser usado nem para host nem para rede, pois ele é interpretado como broadcast (é um endereço IP que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN e TANS, redes de computadores e sub-redes).

O endereço 0 (todos os bits off) também não deve ser usado, ele interpretado como endereço de rede somente.

- O endereço de um host deve ser único para uma rede.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Instalar o Windows 7 (em Vista)

Especificações mínimas:
• Processador de 800 MHz (32-bit)
• Memória (RAM) de 512 MB
• Placa de Vídeo compatível com DirectX 9.0 e 32MB de memória (sem Windows Aero)
• Espaço requerido de 16GB
• DVD-ROM
• Saída de Áudio
Especificações Recomendadas:
• Processador de 1 GHz (32 ou 64 bits)
• Memória (RAM) de 1 GB
• Espaço requerido de disco rígido: 16 GB
• Placa de vídeo com suporte a elementos gráficos DirectX 9 com 128 MB de memória (para habilitar o tema do Windows Aero)
• Unidade de DVD-R/W
• Conexão com a Internet (para obter actualizações)

A instalação do Windows 7 como no XP e no Vista é feita quase que de forma automática, no entanto, algumas pessoas ainda possuem dúvidas a respeito da instalação do “Seven”, mostramos aqui como instalar o Windows 7:

ETAPA 1
Reparticione o disco rígido
Antes de instalar o W7, você vai precisar de arranjar espaço. E o Windows Vista tem uma ferramenta
para fazer isso. Clique no botão Iniciar, vá até o item "Computador", clique com o botão direito do mouse e selecione a opção "Gerenciar". Vai aparecer esta tela:



Abra o item "Gerenciamento de disco". Vai aparecer uma barrinha que representa
o seu disco rígido. Clique nela com o botão direito e escolha a opção Diminuir Volume.



Para completar, digite "20000" como valor a ser diminuído:



(Obs: estas instruções são para o Windows Vista. Se você usar o Windows XP, o Linux ou outro sistema operacional, pode reparticionar o disco rígido com o programa Gparted)

ETAPA 2
Baixe o Windows 7
Entre no site da Microsoft e baixe o Windows 7 (recomendo a versão de 32 bits). Seja paciente, pois o arquivo tem 2,4 GB – o download vai levar pelo menos umas 3 horas. Você vai receber um número de série do Windows 7. Não se esqueça de anotar ou imprimir, pois ele será pedido na instalação.



ETAPA 3
Grave num DVD
O arquivo de instalação veio no formato ISO, e deve ser gravado como “imagem”. É fácil. Se você tem
o Nero, escolha a opção Image/Disc Image. Você não tem o Nero? Instale o programa BurnAware, que é de graça – e escolha a opção Burn ISO no painel dele.



ETAPA 4
faça o boot
Deixe o DVD do Windows 7 inserido no computador, e reinicie. Vai começar a carregar
o Windows 7. (Se isso não acontecer automaticamente, você tem que configurar o seu computador para
que ele dê boot pelo DVD. É só entrar tela de setup - apertando Del, Esc ou F2 durante a inicialização
da máquina - e fazer o ajuste necessário.)



ETAPA 5
Faça a instalação,
Começou a instalação do Windows 7. Aê! Já nessa primeira tela, aproveite para selecionar as opções
Portuguese (Brazil) e ABNT-2 – isso é necessário para que o seu teclado funcione.



Agora, selecione o tipo de instalação "Custom":



E na tela seguinte, escolha a opção "Unallocated Space" (espaço vazio):



ETAPA 6
Pronto.
Não precisa fazer mais nada. Em cerca de 20 minutos, o Windows 7 estará instalado no seu computador
(e sempre que você ligar o computador, terá a opção de iniciar o W7 ou o Windows antigo). O Windows 7 RC1 pode ser usado de graça por um ano. Divirta-se!


.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sistemas distribuídos

Computação distribuída, ou sistema distribuído, é uma referência à computação paralela e descentralizada, realizada por dois ou mais computadores conectados através de uma rede, cujo objectivo é concluir uma tarefa em comum.
A computação distribuída consiste em adicionar o poder computacional de diversos computadores interligados por uma rede de computadores ou mais de um processador trabalhando em conjunto no mesmo computador, para processar colaborativamente determinada tarefa de forma coerente e transparente, ou seja, como se apenas um único e centralizado computador estivesse executando a tarefa. A união desses diversos computadores com o objetivo de compartilhar a execução de tarefas, é conhecida como sistema distribuído.

Escalonamento e Sincronização

Escalonamento

- Um dos objectivos da multi-programação é a maximização da utilização da UCP

- O escalonador tem como objectivo decidir qual o próximo processo a ser executado em função dos seus parâmetros

- Note-se que em sistema mono-processador apenas pode ser executado um processo de cada vez.



Sincronização

- As primitivas de send e receive também podem servir para sincronizar dois processos, i.e. um processo pode ficar à espera que exista uma mensagem na caixa do correio

- As primitivas podem ser bloqueantes (blocking) ou não bloqueantes (nonblocking)

- As primitivas bloqueantes são também classificadas como síncronas

- As primitivas não bloqueantes são também classificadas como assíncronas

Sistemas de Multiprocessador

Genericamente, um sistema multiprocessador (ou simplesmente multiprocessador) é um computador contendo vários processadores, os quais podem comunicar-se e cooperar uns com os outros em diversos níveis de forma a resolver certo problema. A comunicação
pode ocorrer pela de troca de mensagens entre os processadores ou pelo compartilhamento de uma memória comum.
O principal objectivo dos multiprocessador é suportar operações concorrentes de forma a maximizar a vazão dos vários processos ou acelerar a execução de uma tarefa específica. Para tanto deve ser implementado no hardware do sistema um mecanismo eficiente, para a comunicação entre os processadores.

Sistemas de arquivos

A memória principal do computador é volátil, e seu tamanho é limitado pelo custo do hardware. Assim, os usuários necessitam de algum método para armazenar e recuperar informações de modo permanente.
Um arquivo é um conjunto de bytes, normalmente armazenado em um dispositivo periférico não volátil (p.ex., disco), que pode ser lido e gravado por um ou mais processos.
O sistema de arquivos é a estrutura que permite o gestão de arquivos—criação, destruição, leitura, gravação, controle de acesso, etc.

Gestão de memória

O sistema operacional tem acesso completo à memória do sistema e deve permitir que os processos dos usuários tenham acesso seguro à memória quando o requisitam.
Vários sistemas operacionais usam memória virtual, que possui 3 funções básicas:

1.Assegurar que cada processo tenha seu próprio espaço de endereçamento, começando em zero, para evitar ou resolver o problema de relocação;

2.Prover protecção da memória para impedir que um processo utilize um endereço de memória que não lhe pertença;

3.Possibilitar que uma aplicação utilize mais memória do que a fisicamente existente.

Gestão de processos

O sistema operacional multitarefa é preparado para dar ao usuário a ilusão que o número de processos em execução simultânea no computador é maior que o número de processadores instalados. Cada processo recebe uma fatia do tempo e a alternância entre vários processos é tão rápida que o usuário pensa que sua execução é simultânea.
São utilizados algoritmos para determinar qual processo será executado em determinado momento e por quanto tempo.
Os processos podem comunicar-se, isto é conhecido como IPC (Inter-Process Communication). Os mecanismos geralmente utilizados são:

• Sinais,
• pipes,
• named pipes,
• Memória compartilhada,
• Soquetes (sockets),
• Semáforos,
• Trocas de mensagens.

O sistema operacional, normalmente, deve possibilitar o multiprocessamento (SMP ou NUMA). Neste caso, processos diferentes e threads podem ser executados em diferentes processadores. Para essa tarefa, ele deve ser reentrante e interrompível, o que significa que pode ser interrompido no meio da execução de uma tarefa.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Exemplo de programas de MS-DOS

Calculadora ou Shutdown

Neste programa, se escolher o número 1 abre a calculadora, se escolher o numero 2 faz o shutdown do computador.

@ECHO OFF
SET /p var=prima 1 para abrir calculadora Prima 2 para shutdown.
IF "%var%"=="1" (
GOTO C:\ProgramData\Microsoft\Windows\Start Menu\Programs\Accessories ) (
ELSE (
shutdown -r -t 15 -c "erro!"
pause

Exemplo de programas de MS-DOS

Escolher um número

Este programa permite escolher um número de 1 a 5, se acertar no número certo aparece uma mensagem, se escolher o errado aparece outra.

@ECHO OFF
SET /p var=escolha um numero de 1 a 5
IF "%var%"=="5" (
ECHO "Acertaste"

) ELSE (
ECHO "falhaste"
)
@ECHO OFF
Pause

Exemplos de programas de MS-DOS

Tabuada

Este programa permite escolher o número que quer multiplicar e o número onde quer que a tabuada acabe

@ECHO OFF
Cls
set /p var=Deseja a tabuada do?
set /p term=a terminar em
set var2=1
:calc1
if %var2% leq %term% (
goto corpo
) else (
goto fim )
:corpo
set /a var3=%var%*%var2%
echo %var%*%var2%=%var3%
set /a var2=%var2%+1
goto calc1
:fim
pause

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Batch ou ficheiros de lote

ECHO [mensagem ou variável]
Escreve no monitor

ECHO OFF
Desactiva as informações e confirmações feitas pelo sistema. Como “ C:>”, “tem certeza que deseja fazer tal..?”…

ECHO ON
Activa s informações e confirmações do sistema.

ECHO.
Salta uma linha.

SET variável=valor
Cria ou modifica uma variável (espaço reservado temporariamente na memória RAM para guardar algumas informações numéricas, de caracteres.
Positivo/negativo entre outros. Não podem ter acento e devem começar com letra).
Para chamar a variável posteriormente basta colocá-la entre “%”.

Por exemplo:
SET nome=Rui
ECHO o nome dele é %nome%



:nomedolink
Nomeia um ponto no ficheiro do lote permitindo avançar ou voltar à executação a partir daquele ponto.

@[comando]
Desactiva as informações e confirmações feitas pelo sistema apenas para esta linha.

IF [condição] ( [acção] ) ELSE ( [acção2] )

Este é um comando condicional. “Se condição faça acção, senão faça acção2”

Por exemplo:
@ECHO OFF
SET nome=Ana
IF “%nome%”==”Ana” ( ECHO Oi Aninha! ) ELSE ( ECHO Oi %nome%! )

GOTO [ponto]
Avança ou volta a execução para um ponto do ficheiro de lote.

FOR /L %%variavel IN (inicio, incremento, fim) DO comando [parâmetro]
Executa um comando especifico para cada ficheiro de um conjunto de ficheir

FOR %variável IN (conjunto) DO comando [parâmetrosdocomando]

%variável Especifica um parâmetro substituível.
(conjunto) Especifica um conjunto de um ou mais ficheiros. Os caractere
universais podem ser utilizados.
comando Especifica o comando a executar para cada ficheiro.
Parâmetrosdocomando
Especifica os parâmetros do comando especificado.
Para utilizar o comando FOR num programa batch, especifique %%variável em
de %variável. Os nomes das variáveis são sensíveis a maiúsculas e minúscul
portanto %i é diferente de %I.
Se as extensões de comandos estiverem activadas, são suportadas as seguint
formas adicionais do comando FOR:

FOR /D %variável IN (conjunto) DO comando [parâmetros-do-comando]

Se o conjunto contiver caracteres universais, então é especificada a
correspondência com nomes de directórios em vez de nomes de ficheiros.

@ECHO OFF
FOR /L %%a IN (1,1,5) DO ECHO O valor de A é %%a

PAUSE
Faz uma pausa e só volta quando o utilizador premir alguma tecla do teclado.

REM [comentário]
Este comando não faz absulatemente nada.
Ele é utilizado para inserir comentários nos ficheiros.

VER [/font]
Versão do sistema
[font=verdana]VOL unidade
Volume da unidade especificada

ATTRIB ficheiros
Mostra ou altera os atributos do ficheiro.

ATTRIB [+R -R] [+A -A ] [+S -S] [+H -H] [+I -I]
[unidade:][caminho][nomeficheiro] [/S [/D] [/L]]

+ Define um atributo.
- Limpa um atributo.
R Atributo de ficheiro só de leitura.
A Atributo de ficheiro de arquivo.
S Atributo de ficheiro de sistema.
H Atributo de ficheiro oculto.
I Atributo de ficheiro indexado não de conteúdo.
[unidade:][caminho][nomeficheiro]
Especifica um ou mais ficheiros para processamento pelo comando attrib.
/S Processa ficheiros correspondentes na pasta
actual e em todas as subpastas.
/D Processa também pastas.
/L Trabalha sobre os atributos da Ligação Simbólica
relativamente ao destino da Ligação Simbólica


CONDIÇÕES
Númericas e Caracteres:
Igual (QUE ou ==)
Diferente (NEQ)
Menor que (LSS)
Menor ou igual a (LEQ)
Maior que (GTR)
Maior ou igual a (GEQ)
Condição negativa (NOT)


Em ficheiros:
Existe (EXIST)

Condição negativa (NOT)




Exemplo:

X é igual a 6?

@ECHO OFF
CLS
SET X=6
IF "%X%" == "&" GOTO ok
ECHO X não é igual a 6, é igual a %X%
GOTO saida
:ok
ECHO X é igual a 6
:saida


Shutdown

Shutdown -r significa que o pc será reiniciado dentro de 30 segundos

Shutdown -s significa que o pc será desligado dentro de 30 segundos

Shutdown -r -t XXX significa que o pc será reiniciado no tempo que for determinado.

Shutdown -r -t XX -c "..." : significa que o pc será reiniciado no tempo que for determinado e poderá colocar uma mensagem.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Comandos Internos de MS-DOS

Comandos internos do MS-DOS

DIRLista o conteúdo do directório
Permite procurar ficheiros que tenham determinadas características

Parametros: /P /W /A /S

Caracteres Genéricos
Asterisco (*) – substitui um bloco de texto
Ponto de Interrogação (?) – Substitui um caractere ou posição
Ponto (.) – separa o nome da extensão


TIME
Exibe a hora do sistema e configura o relógio interno do computador. O MS-DOS usa a informação de hora para actualizar os directórios e ficheiros que forem criados ou alterados.
Sintaxe
TIME [horas:minutos:segundos.centésimos]
Exemplo: TIME 12:20:20.12


DATE
Exibe a data e emite um aviso se for necessário alterar a mesma. O MS-DOS usa a informação de data para actualizar os directórios e ficheiros que forem criados ou alterados
SINTAXE
DATE [DD-MM-YY]
Exemplo: DATE 29-11-95

CD
Exibe o nome do directório activo ou altera o directório actual
Sintaxe
CD [unidade:[caminho]
CD.. – volta para trás
CD\ - posiciona na raiz

MD
Cria um novo directório
SintaxeMD [unidade:[caminho][nome do directório]
RD
Apaga um directório
Sintaxe
RD [unidade:[caminho][nome do directório]



REN
Dá um novo nome a um ficheiro
Sintaxe
REN [caminho] nome do ficheiro novo nome
Exemplo: REN a:\autoexec.bat novonome.bat


COPY

Copia um ou mais ficheiros de um caminho para outro, na mesma unidade ou entre unidades diferentes.
Copia um ficheiro de um caminho para outro, com outro nome.
Faz uma fusão entre vários ficheiros, criando um só, e com um único nome.

Sintaxe
COPY[unidade:[caminho][ficheiros] [unidade:[caminho]
Ou
COPY (origem)(destino)

DEL
Elimina ficheiros

Sintaxe
DEL [caminho]
Exemplo: DEL A:\escola\*.com


CLS
Este comando limpa a tela e coloca o cursor na primeira linha de prompt.

TREE
Exibe graficamente os directórios e subdirectórios do directório raiz ou da pasta especificada.

CHKDSK
Programa de verificação de erros no HD

MEM
Exibe informações da memória RAM

DISKCOPY
Este comando faz cópias de discos flexíveis (disquetes) de uma unidade para a outra. Caso só tenha uma unidade de disquetes é só especificar a unidade duas vezes que o programa avisa quando deve-se inserir a disquete virgem.

MOVE
Move arquivos de um directório para o outro
C:\move teste.txt C:\exemplo

TYPE
Exibe o conteúdo de um arquivo no ecrã.

FORMAT
Serve para formatar o disco
/S formata o disco na unidade especificada e insere o Sistema Operacional DOS
/4 formata a disquete de baixa densidade em drives de alta densidade
/Q formata rapidamente o disco da unidade (formatação Rápida)
/U formata o disco da unidade independente da condição (UNCONDICIONABLE)
Sintaxe: FORMAT [unidade:]/Q /U /S /4
C:\>FORMAT A: - Formata o disco na unidade A.

UNFORMAT
Se formatar por acidente, o MS-DOS permite a recuperação das informações a não ser que tenha utilizado o parâmetro /U na formatação

/L recupera as informações de um disco, mostrando a lista de arquivos e directórios
/TEST lista de todas as informações, mas não refaz o disco
Sintaxe: UNFORMAT [unidade:] /L /TEST /P
C:\>UNFORMAT A: - desformatar o disco na unidade A.

DELTREE
Apaga os directórios e subdirectórios dentro de um só directório de uma vez só.

XCOPY
Comando que copia arquivos selectivamente.
ORIGEM Drive, caminho e nome dos arquivos de origem
DESTINO Drive, caminho e nome dos arquivos de destino
/M Copia os arquivos de origem e “marca-os”
/D: data Copia os arquivos de origem que foram modificados na data defenida em “data” ou depois dela (mm,dd,yy é o formato default)
/S copia os arquivos em directórios e subdirectórios, a não ser que estejam vazios
/E copia os subdirectórios mesmo que estejam vazios.
Sintaxe: XCOPY [origem][destino]/M/D:data /S /E /V

UNDELETE
Recupera todos os ficheiros apagados quando possivel.
Sintaxe: UNDELETE [unidade:] [caminho] {nome do arquivo}

EDIT
Na linha de comandos de sistema MS-DOS, é usado para abrir o editor de texto.

COLOR
Define as cores predefinidas do primeira plano e do fundo da consola.